No capitulo
III, Sun Tzu recomenda aos generais que antes da vitoria há a necessidade de
refletir fatores importantes, eles são:
A tropa só deve expandir-se ao senhor que serve se não, arriscara seus soldados para iam derrota.
A tropa só deve expandir-se ao senhor que serve se não, arriscara seus soldados para iam derrota.
A segurança
do seu país deve ser mantida, mais a cidade inimiga deve poupada de ataque caso
não seja para realizar um ataque vitorioso.
Cuide de
seus aliados por poderás ser de importância para ajudá-los. Caso um aliado seja
atacado deve ser ajudado imediatamente, porém se fores atacar, tenha certeza
que seu aliado o acompanhará.
Sun Tzu
recomenda que durante a invasão do inimigo, a tropa deve evitar saquear e destruir casa,
plantações e matar gado, pois o povo será abalado contra seu invasor. Ele ressalta
que destruir o país do inimigo é um desperdício e mantê-lo intacto é de suma
importância.
Ressalta também
que a guerra só traz destruição, e a destruição é pior quando ela demora, pois
o estado terá que acarretar com a despesas e mais vidas será
perdidas. O bom general, evita entrar em guerra, ele procura por outros
meios para conquistar o seu inimigo.
"Os
grandes generais vencem descobrindo todos os artifícios do inimigo, sabotando
lhes os projetos, semeando a discórdia entre seus partidários, mantendo-o
sempre acossado, interceptando reforços estrangeiros, e impedindo-o de tomar
qualquer decisão mais vantajosa para ele".
O Autor do
livro diz que se deve atacar a estratégia do inimigo e por abaixo, pois sem a
estratégia e tática a que virá adiante será apenas a bagunça e o desespero e
que nos momentos em que está no meio de um conflito, atacar o inimigo é uma
oportunidade. "O general habilidoso não se reduzira a extremos, ele sabe
como humilhar os inimigos sem ter que travar batalhas, sem derramamento de
sangue e sem mostrar sua espada e assim consegue tomar a cidade".
Nesse
capítulo é apresentado argumentos que contribuíram para sua derrota.
São eles;
1. Executar cegamente ordens tomadas na Corte, segundo o arbítrio do príncipe, sem se ater às circunstâncias.
2. Tornar os oficiais confusos, despachando emissários que ignoram os assuntos militares.
3. Misturar regras próprias à ordem civil e à ordem militar.
4. Confundir o rigor necessário ao governo do Estado e a flexibilidade que o comando das tropas requer.
5. Dividir a responsabilidade.
6. Disseminar a suspeita, que engendra a desordem: um exército confuso conduz à vitória do inimigo.
7. Aguardar ordens em todas as circunstâncias. Isso equivale a esperar autorização de um superior para apagar o fogo: antes que a ordem chegue, as cinzas já estarão frias. No entanto, está escrito no código que se deve consultar o inspetor nesse assunto! É como se, ao edificar uma casa na beira de uma estrada, fôssemos pedir conselho aos passantes: o trabalho ainda não estaria terminado.
1. Executar cegamente ordens tomadas na Corte, segundo o arbítrio do príncipe, sem se ater às circunstâncias.
2. Tornar os oficiais confusos, despachando emissários que ignoram os assuntos militares.
3. Misturar regras próprias à ordem civil e à ordem militar.
4. Confundir o rigor necessário ao governo do Estado e a flexibilidade que o comando das tropas requer.
5. Dividir a responsabilidade.
6. Disseminar a suspeita, que engendra a desordem: um exército confuso conduz à vitória do inimigo.
7. Aguardar ordens em todas as circunstâncias. Isso equivale a esperar autorização de um superior para apagar o fogo: antes que a ordem chegue, as cinzas já estarão frias. No entanto, está escrito no código que se deve consultar o inspetor nesse assunto! É como se, ao edificar uma casa na beira de uma estrada, fôssemos pedir conselho aos passantes: o trabalho ainda não estaria terminado.
Ao finalizar
o capitulo, Sun Tzu apresentou cinco circunstâncias necessárias;
1. Saber
quando combater e quando bater em retirada.
2. Saber lidar com o pouco e o muito, segundo as circunstâncias.
3. Compor habilmente suas fileiras
4. Preparar-se, prudentemente, para afrontar o inimigo potencial. Não prever, dando como pretexto a inferioridade do adversário, é o maior dos crimes. Estar preparado, independente de qualquer contingência, é a maior das virtudes.
5. Evitar as ingerências do soberano em tudo que executar, para a glória de seus exércitos.
2. Saber lidar com o pouco e o muito, segundo as circunstâncias.
3. Compor habilmente suas fileiras
4. Preparar-se, prudentemente, para afrontar o inimigo potencial. Não prever, dando como pretexto a inferioridade do adversário, é o maior dos crimes. Estar preparado, independente de qualquer contingência, é a maior das virtudes.
5. Evitar as ingerências do soberano em tudo que executar, para a glória de seus exércitos.
Enfatizando
que essas são os cinco caminhos da vitória.
E para
finalizar citou,
"Conhece
teu inimigo e conhece-te a ti mesmo; se tiveres cem combates a travar; cem
vezes será vitorioso. Se ignoras teu inimigo e conheces a ti mesmo, tuas
chances de perder e de ganhar serão idênticas. Se ignoras ao mesmo tempo teu
inimigo e a ti mesmo, só contarás teus combates por tuas derrotas".
ALAN RIBEIRO 20140497
FERNANDA PERES PIOVESAN
20593837
JOÃO PAULO CORREIA 20526763
ROBERT SANTOS 20597042
III. Estratégias de Luta. “A melhor estratégia de luta é a negociação”. As estratégias nada mais são do que uma preparação de defesa para alguma ameaça, são estratagemas, manobras e métodos para se alcançar determinados objetivos, utilizando as habilidades, astucia e esperteza. Quando se toma alguma atitude com impaciência , ou julgamento precipitados decisões impensadas as vezes geram danos irremediáveis pois geram prejuízos e danos vitais . Diz Sun Tzu: [... O comandante que for incapaz de controlar a impaciência, o açodamento e a irritação lançarão seus soldados ao ataque como um aglomerado de formigas e o resultado será a morte de um terço de seus homens...]
ResponderExcluirO capitulo se refere a importância de conhecer o inimigo e de nós próprios para vencer as batalha, diz até que o melhor seria mesmo vencer as batalhas mesmo sem lutar dando ênfase a negociação.
ResponderExcluirO capitulo em questão fala de como devemos utilizar a estrategia de ataque, fazendo com que nosso inimigo se lança sobre agente de forma vulnerável, se tornando preza fácil de ser derrotada, pelo impulso da impaciência, também a importância de ter conhecimento dos nossos inimigos saber os pontos fracos e fortes dele, para poder vencer a guerra.
ResponderExcluirGabriela Mota Travassos
RA: 20151489
Neste capítulo aborda a importância de se ter uma plano de estratégias pre definidos, pois através dele a organização terá um direcionamento tanto para aspectos positivos quanto principalmente para aspectos negativos. Com as estratégias definidas a organização está organizada e estruturada para o mercado.
ResponderExcluirJacqueline Câncio
RA 20593863
III- Fala sobre o autoconhecimento, do conhecimento do concorrente ( inimigo ) e atingir o objetivo sem grandes esforços .
ResponderExcluirCamila Moraes
RA 20584906
Esse capítulo fala da importância de conhecer o inimigo, isso em uma organização é um fator decisivo em tomada de decisões ou ate mesmo mudanças em alguns planos estratégicos.
ResponderExcluirCristiane Alves
RA:20595876
Esse capítulo fala da importância de conhecer o inimigo, isso em uma organização é um fator decisivo em tomada de decisões ou ate mesmo mudanças em alguns planos estratégicos.
ResponderExcluirCristiane Alves
RA:20595876
Nesse capitulo ele enfatiza a importância de conhecer a si mesmo e ao inimigo. Isso se chama estrategia,pois desta forma você ficara menos propenso a falhas Não enxergar o inimigo como seu concorrente, ou uma pessoa que queira te derrubar, mas também o reconheça como seus medos, que te impedem de agir.O é a base de tudo e será necessário para enfrenta-los
ResponderExcluirO capítulo III apresenta argumentos da importância de um general ou líder conhecer a ti mesmo, conhecer o seu terreno e teus soldados. Sun Tzu diz que conhecendo o inimigo como a si mesmo, o general consegue derrotar seu adversário sem ao menos travar uma batalha, sem derrubar uma gota de sangue e possui a arte de humilhá-lo sem estar a sua frente.
ResponderExcluirConhecer o terreno do inimigo, te da uma grande possibilidade de conquistá-lo sem ao menos por os pés no terreno.
CAROLINE RABELO DE OLIVEIRA - 20611167
Nesse capitulo ele enfatiza a importância de conhecer a si mesmo e ao inimigo. Não enxergue seu inimigo como seu concorrente veja também a importância de ter conhecimento dos nossos inimigos nos seus os pontos fracos e fortes, para poder vencer a guerra.
ResponderExcluirJessica Pereira
RA 20732600
Capitulo III fala sobre o quão importante é usarmos um plano de estratégias para vencer a batalha,pois conhecendo nossos inimigos poderíamos usar apenas a negociação para ganhar a guerra sem precisar lutar.
ResponderExcluirNesse capitulo nos mostra que devemos ter em dentro de uma organização,um planejamento estratégico,para tomada de decisões,alcanças seus objetivos ter a importância de conhecer o inimigo seus pontos fortes e fracos.
ResponderExcluirThainá de Oliveira Araujo
RA:20553830
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirNo capitulo III se trata sobre a importância do conhecimento próprio e de seu inimigo, com esse conhecimento voce pode ate não ter que travar uma batalha com ele , para isso tambem e necessario planejamento , a negociação também é fundamental nesse meio .
ResponderExcluirMonise R Andretta RA:20542832
Cap. III - Estratégia de Ataque
ResponderExcluirTrata de características de negociação como paciência, tolerância, argumentações e habilidades, que compõem a chamada estratégia de ataque. É está preparado para aproveitar as oportunidades do momento. Juntamente com o conhecimento sobre com quem está batalhando. O mercado é um campo de batalha, cada organização deve está preparada para continuar nele, pois entrar bastar ter recursos financeiros, mas para se firmar nele, essa é a luta.
O cap. III, “Será vencedor quem souber quando lutar, como manobrar as forças e quem surpreender o inimigo despreparado.” Esse trecho do livro, aborda a importância dos líderes de uma empresa estar sempre atentos. Outro trecho do livro diz: “Os grandes generais vencem descobrindo todos os artifícios do inimigo, sabotando-Ihes os projetos, semeando a discórdia entre seus partidários, mantendo-o sempre acossado, interceptando reforços estrangeiros, e impedindo-o de tomar qualquer decisão mais vantajosa para ele. “
ResponderExcluirO autor reforça a importância de evitar impacto ao maior número de elementos possível - ele destaca que o melhor é vencer uma batalha sem lutar e discorre sobre a importância do conhecimento do concorrente/inimigo e a nossa própria para vencer as batalhas.
ResponderExcluirDiego Silva - 20588260
Este capítulo nos mostra a importância de um planejamento estratégico para alcançarmos nossos objetivos, especialmente na tomada de decisões e de como devemos estar atentos aos concorrentes (inimigos).
ResponderExcluirRA: 20581041
Cap. III – a Lei da Estratégia de Ataque consiste em estudar o inimigo, preparar a munição e equipamentos, alinhar a estratégia, aguardar o momento certo e quando menos esperar, a vitória virá, não necessariamente em combate, mas enfraquecendo o outro, extraindo informações, estudando-o, pois o conhecimento é uma arma poderosíssima do qual desarma o adversário sem ao menos perceber.
ResponderExcluirA vitória chega, sem esgotar suas forças, a partir da estratégia!
Este capitulo nos mostra o quão importante é lutar e manter o território intacto, pois será mais proveitoso ao Estado angariar recursos dos inimigos sem que haja a sua depredação. Nos mostra também que saquear, incendiar, entre outros tipos de vandalismo só são necessários quando se há extrema necessidade e em últimos casos.
ResponderExcluirBrenda Silva- 20607831
Retrata que temos que saber lidar com cituações difíceis, e que se conhecermos nosso inimigo mais de perto, é mais fácil de derrotá-lo.
ResponderExcluirEste capítulo, frisa a estratégia ofensiva durante a história, no que se refere a importância de manter o maior número de coisas possíveis, no caso, o melhor seria mesmo vencer as batalhas mesmo sem lutar. Refere-se ainda a importância do conhecimento do inimigo e de nossos próprios conhecimentos e habilidades para vencer as batalhas.
ResponderExcluirAtt,
Robert Santos
RA: 20597042
Capitulo 3 se refere a mportância do conhecimento do inimigo e de nós próprios para vencer as batalhas.
ResponderExcluiro capitulo explica a importância de um líder, com planejamento estratégico para conhecer seus inimigos e saber ganhar a batalha .
ResponderExcluirMaria Wêsla
RA : 20589898
Este capítulo trata-se da importância do conhecimento, da preparação pra fazer qualquer tipo de negociação.
ResponderExcluirAqui o autor fala da importância de se conhecer ( habilidades, competências, etc) antes de qualquer coisa e conhecer seus inimigos, usando seus pontos fracos como arma para destrói-los, como Sunzi disse: " conheça a si mesmo e ao inimigo e, em cem batalhas, você nunca correrá perigo".
ResponderExcluirSi*
ExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirO capitulo três fala da importância da estratégia ofesiva manter intacto o maior número de coisas possiveis,a mais perfeita e comandar e impedir os planos do inimigo Diz SunTzu[...Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo não precisa temer a cem batalha, a lutar e vencer em todas as batalhas não é a glória suprema consiste em quebrar a resistência do inimigo sem luta e impedir os planos do inimigo...]
ResponderExcluirCamilaPontes
Ra:20529388
O capitulo três fala da importância da estratégia ofesiva manter intacto o maior número de coisas possiveis,a mais perfeita e comandar e impedir os planos do inimigo Diz SunTzu[...Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo não precisa temer a cem batalha, a lutar e vencer em todas as batalhas não é a glória suprema consiste em quebrar a resistência do inimigo sem luta e impedir os planos do inimigo...]
ResponderExcluirCamilaPontes
Ra:20529388
Nesse capitulo Sun Tzu narra como é essencial você se conhecer e assim posteriormente conhecer ao inimigo em que está lutando, pois ele é sua concorrência, fala de mantar intacto o maior número de coisas possíveis, de vencer a batalha sem lutar. o Exercito tem que ter agilidade para poder atacar as estratégias do inimigo.
ResponderExcluirFernanda Piovesan
20593837
Neste fala da necessidade do lider conhecer a ti mesmo, conhecer a sua tropa como conhece a ti mesmo. Diz que conhecer o inimigo deixa mais facil de vencer a batalha. Conhecer o terreno do adversário da mais chance de vencer.
ResponderExcluirStefany Leal
Nesse capitulo mostra um planejamento estratégico , características de negociação como paciência, tolerância, argumentações e habilidades, que compõem a chamada estratégia de ataque, saber estar preparado para aproveitar as oportunidades, juntamente com o conhecimento sobre com quem está batalhando.
ResponderExcluirCamila de Cássia - RA 20545548
Conhecer o inimigo e planejar uma estratégia para ataque. Fazendo com que o lider tenha total controle de suas competências e capacidades de sua equipe.
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