Cap XII e XIII -
No capítulo XII
“Ataque com Fogo”
O tema
fogo é apresentado como um forte aliado, desde que sabendo utilizá-lo da
maneira mais adequada; conhecendo-o bem, seus possíveis próximos passos
(dependendo dos ventos), os momentos e lugares adequados para usá-lo, quando e
onde não utilizá-lo, além dos possíveis cinco meios de atacar-se com este:
queimar pessoas, provisões, equipamentos, arsenais e ataques incendiários (com
flechas e projéteis incendiários).
Nesta passagem,
podemos comparar o fogo com a expansão do mercado de atuação das empresas; está
também pode ser uma forte aliada, desde que sabendo utiliza-la a seu favor, no
momento certo com as estratégias de implantação, expansão adequadas para
beneficiar meu negócio e prejudicar o concorrente.
Outro
ponto neste capítulo, trata-se da questão de “saber
aproveitar as vantagens advindas de vencer uma batalha”, do contrário, trata-se de um “atraso dispendioso”, portanto, concluímos neste ponto que soldados motivados
executam melhor suas funções dentro de um campo de combate, vencer
uma batalha, pode trazer certos benefícios para os vencedores, é preciso
permitir que os combatentes, generais, aproveitem e desfrutam destes momentos
para que continuem na ânsia de vencer cada vez mais as próximas batalhas,
visto que a cada vitória, a recompensa é garantida. No mundo corporativo,
pode-se aplicar exatamente o mesmo conceito aos colaboradores
de uma empresa, saber recompensa-los no momento adequado, pode trazer
ainda mais benefícios à empresa.
Outra
passagem do capítulo: “Um soberano não pode convocar
o exército só por raiva, e um general não pode lutar apenas por vingança”, neste ponto, o que Sun Tzu quer
dizer é que, não se deve começar uma guerra com base nos sentimentos, por
uma raiva ou uma mágoa de momento, pois sentimentos podem ser apaziguados
porém vidas perdidas em guerras, não retornam jamais. Portanto, não
tome decisões de “cabeça quente” ou influenciadas por determinados
acontecimentos momentâneos, pense, reflita, se acalme, pense de novo, e
então, após inúmeras analises, tome sua decisão com base em fundamentos.
Para
finalizar o capítulo, deixo uma frase, muito utilizada nos tempos modernos,
porém extremamente similar à seguinte menção de Sun Tzu: “bons governantes deliberam planos, e bons generais
os executam”. A frase atual identificada é:
“Quem pode manda, quem tem juízo, obedece”.
No capítulo XIII “O
Uso de espiões”
O uso de
Agentes Infiltrados nos mostra as vantagens de se ter um espião infiltrado,
onde é impossível vencer sem que se tenham informações de seus inimigos,
informações essas que são obtidas por aqueles que conhecem bem a situação (um
espião).
Sun Tzu
relata os cinco tipos de espiões: Espião
local (camponês nativo), Espião
interno (oficial do inimigo), Espião
convertido (que foi comprado), Espiões
mortais (são os sacrificamos dando informações falsas ao inimigo) e o Espião seguro (são os quais retornam com as
informações).
Hoje em
dia, a questão da espionagem não deve ser descartada pelas organizações,
principalmente as que trabalham com tecnologia da informação, porque ao agir
dessa forma sem espionagem, ou seja, sem estratégia de mercado, poderá ter uma
grande surpresa de seus concorrentes. Afinal, esse mercado é um dos mais
concorridos por ser formados através de idéias e projetos, por isso é necessário
ter muita cautela, principalmente com grandes projetos e inovação.
Neste
capítulo XIII, há clareza na importância das Informações. Informações técnicas,
enriquecidas em detalhes com uma base cultural. E, em conjunto com as
informações os aliados (amigos, sócio, colaboradores, etc), pessoas habilidosas
e muito bem informadas, que saberão utiliza-se de softwares como uma
ferramentas estratégica nas tomadas de decisões.
REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA
BUENO, ANDRÉ
DA SILVA, A Arte da guerra: os trezes capítulos - Sun Tzu,
adaptação e tradução de
André da Silva Bueno, São Paulo: Jardim dos Livros,
2011.