domingo, 3 de maio de 2015


Cap XII e XIII -

 INTRODUÇÃO

 Esta resenha sobre os capítulos XII e XIII, além de expormos nossa compreensão e entendimento, também faremos associações das passagens com o mundo corporativo atual, e possíveis maneiras de utilizar as menções de Sun Tzu, em meio este, assim, comprovando como os ensinamentos dele, há centenas de anos atrás, ainda podem ser aplicados no mundo atual, com extremo êxito.

 
No capítulo XII “Ataque com Fogo”

O tema fogo é apresentado como um forte aliado, desde que sabendo utilizá-lo da maneira mais adequada; conhecendo-o bem, seus possíveis próximos passos (dependendo dos ventos), os momentos e lugares adequados para usá-lo, quando e onde não utilizá-lo, além dos possíveis cinco meios de atacar-se com este: queimar pessoas, provisões, equipamentos, arsenais e ataques incendiários (com flechas e projéteis incendiários).

Nesta passagem, podemos comparar o fogo com a expansão do mercado de atuação das empresas; está também pode ser uma forte aliada, desde que sabendo utiliza-la a seu favor, no momento certo com as estratégias de implantação, expansão adequadas para beneficiar meu negócio e prejudicar o concorrente.

Outro ponto neste capítulo, trata-se da questão de saber aproveitar as vantagens advindas de vencer uma batalha, do contrário, trata-se de um atraso dispendioso, portanto, concluímos neste ponto que soldados motivados executam melhor suas funções dentro de um campo de combate, vencer uma batalha, pode trazer certos benefícios para os vencedores, é preciso permitir que os combatentes, generais, aproveitem e desfrutam destes momentos para que continuem na ânsia de vencer cada vez mais as próximas batalhas, visto que a cada vitória, a recompensa é garantida. No mundo corporativo, pode-se aplicar exatamente o mesmo conceito aos colaboradores de uma empresa, saber recompensa-los no momento adequado, pode trazer ainda mais benefícios à empresa.

Outra passagem do capítulo: Um soberano não pode convocar o exército só por raiva, e um general não pode lutar apenas por vingança, neste ponto, o que Sun Tzu quer dizer é que, não se deve começar uma guerra com base nos sentimentos, por uma raiva ou uma mágoa de momento, pois sentimentos podem ser apaziguados porém vidas perdidas em guerras, não retornam jamais. Portanto, não tome decisões de “cabeça quente” ou influenciadas por determinados acontecimentos momentâneos, pense, reflita, se acalme, pense de novo, e então, após inúmeras analises, tome sua decisão com base em fundamentos.

Para finalizar o capítulo, deixo uma frase, muito utilizada nos tempos modernos, porém extremamente similar à seguinte menção de Sun Tzu: bons governantes deliberam planos, e bons generais os executam. A frase atual identificada é: “Quem pode manda, quem tem juízo, obedece”.

No capítulo XIII “O Uso de espiões”

O uso de Agentes Infiltrados nos mostra as vantagens de se ter um espião infiltrado, onde é impossível vencer sem que se tenham informações de seus inimigos, informações essas que são obtidas por aqueles que conhecem bem a situação (um espião).

Sun Tzu relata os cinco tipos de espiões: Espião local (camponês nativo), Espião interno (oficial do inimigo), Espião convertido (que foi comprado), Espiões mortais (são os sacrificamos dando informações falsas ao inimigo) e o Espião seguro (são os quais retornam com as informações).

Hoje em dia, a questão da espionagem não deve ser descartada pelas organizações, principalmente as que trabalham com tecnologia da informação, porque ao agir dessa forma sem espionagem, ou seja, sem estratégia de mercado, poderá ter uma grande surpresa de seus concorrentes. Afinal, esse mercado é um dos mais concorridos por ser formados através de idéias e projetos, por isso é necessário ter muita cautela, principalmente com grandes projetos e inovação.

Neste capítulo XIII, há clareza na importância das Informações. Informações técnicas, enriquecidas em detalhes com uma base cultural. E, em conjunto com as informações os aliados (amigos, sócio, colaboradores, etc), pessoas habilidosas e muito bem informadas, que saberão utiliza-se de softwares como uma ferramentas estratégica nas tomadas de decisões.

 

 

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

BUENO, ANDRÉ DA SILVA, A Arte da guerra: os trezes capítulos - Sun Tzu,

adaptação e tradução de André da Silva Bueno, São Paulo: Jardim dos Livros,

2011.

 

Ap. X E XI - Cap. X – O Terreno

Neste capítulo é possível entender que o livro aborda os terrenos onde a guerra pode acontecer, o quão importante é a analise do ambiente, a adaptação necessária para que possa vencer a batalha, também a importância de uma equipe motivada e o trabalho em equipe. Relata também que devemos amar nossos soldados, trazendo para os dias atuais nossos colaboradores.

“O bom general cuida dos seus como crianças e estes o seguem até o mais profundo dos  vales. Trata os soldados como filhos e estes morrerão ao seu lado.”

Um líder de sucesso eleva sua equipe e a motiva para vencer, criando uma vantagem competitiva. Agora uma equipe ou tropa desalinhada, negligente, confusa ou preguiçosa leva todos ao fracasso.

Cap.  XI – Os Nove territórios

Existem nove tipos de terrenos que você poderá encontrar, são eles:

* Dispersivo - Aqueles localizados perto de fronteiras;

* Leve – Apesar de perto, avançam no território inimigo, além de despertar o desejo de voltar para casa;

* Disputado – Aqueles convenientes para os dois exércitos, é o terreno-chave;

* De reunião – Transição inevitável;

* Cheios e unidos – Permitem a utilização de dois exércitos;

* Com várias saídas – Príncipes vizinhos podem unir-se e reforçar, favorecendo o seu grupo;

* Graves – Situadas no interior dos Estados inimigos;

* Deteriorados – Visões ruins do terreno não conseguem socorrer e ajudar suas tropas e possuem rios traiçoeiros;

* Mortíferos – Perigo constante e sobrevivem com dificuldade.

Fazer com que seus soldados estejam sempre reunidos e unidos, nunca dividi-los.

Neste capítulo é possível perceber o quanto atual são as instruções, ou melhor, leis citadas. Continua com a mesma linha de pensamento sobre o ambiente, agora falando dos territórios, o quanto é formidável saber o meio em que está ou vai estar , as formas diferentes de atuar em cada um deles , pois para cada um é necessário um preparo ou uma estratégia diferente.

Podemos conclui que assim como numa guerra, em uma empresa os diretores, gerentes, supervisores de departamentos coordenadores de áreas, tem que se manter sempre atualizados em todos os sentidos para manter o sucesso da empresa. Quando planejamos fazer grandes mudanças é preciso implantar projetos de correções e verificar novas idéias, tudo que é bem planejado e administrado pode ser chamado de arte.

A arte da guerra mostra muito bem como tomar iniciativa e combater o inimigo, mostra como o administrador pode lançar seu produto no mercado, sabendo como montar sua estratégia para vencer seus concorrentes.

 
CAMILA SCHAUSTZ 20565937

CAROLINE RABELO 20611167

GABRIELA MOTA TRAVASSOS 20151489

JENIFHER SIQUEIRA 20433940

MAYARA LEITE 20548998

Cap. IX – Sobre a Movimentação

 

No capítulo IX “Sobre a Movimentação” que integra o livro A arte da guerra do autor Sun Tzu, mostra em poucas palavras utilizadas por generais e combatentes de guerra, como deve –se agir em relação ao seu inimigo em um campo de batalha. Suas estratégias e percepções utilizadas diante do inimigo próximo para o ataque ou para ser atacado.  

A variação do tema metaforicamente ou mesmo a maneira como o autor utiliza algo que não é de conhecimento comum a todos, para simplesmente mostrar como devemos interpretar o nosso concorrente, ter a percepção dentro da organização para qualquer tipo de negócio ou empresa. Essa visão mostrada por estratégias de guerra, devemos traduzir e interpretar para criar estratégias de competitividade perante nossos concorrentes e percepção do ambiente interno. Em citação do capítulo o autor diz:

“Quando atravessar um rio, afaste-se logo da margem. Não lute contra o inimigo enquanto ele estiver na água; deixe metade do seu exército sair e então, ataque-o.”

Usando esse trecho como forma de compreensão do autor para formulação de uma estratégia dentro de uma organização e utilizando  do que foi aprendido em sala, podemos interpretar da seguinte forma: Sempre conhecer o seu concorrente (sempre) assim como suas fraquezas, forças, oportunidades e ameaças dentro da organização , utilizando o método SWOT por exemplo que visa melhorar, integrar e padronizar os métodos de gestão dentro da organização, assim como do mercado que atua ou pretende atuar, para então iniciar com suas estratégias de mercado.   

Em duas novas citações do capítulo o autor diz:

“Quando as ordens dadas forem confusas, sem um sentido apropriado, a tropa será desobediente”

“Quando as ordens são confiáveis e justas, elas serão cumpridas, estando o líder a tropa em comum acordo”.

O autor também nos leva a discernir e dar ênfase com suas palavras, em uma pessoa sabia, que possui conhecimento do assunto, por experiência ou por ter passado por situação semelhante que agora passa toda sua sabedoria em forma de analise adiante para os seus funcionários (soldados). Buscar sempre uma visão sistêmica do ambiente atual interno ou externo, quanto mais claro for as suas metas e objetivos, mais rápido poderá alcança-los. Podemos também interpretar como um líder passa e age diante dos desafios diários dentro da organização. Ele mostra, direciona e usa de percepção como está o clima organizacional, age, altera suas estratégias pelo bem dos seus e pelos resultados da empresa.

Quando as instruções são de fácil compreensão os resultados são satisfatórios do contrário o resultado será o inverso. Os funcionários e seus clientes precisam sentir confiança no que lhe e proposto e logo o retorno será visto e a empresa saberá que está no caminho certo.       

Nome: Paola Felix de Assis    RA: 20689625

Nome: Jessica Pereira             RA: 20732600

Nome: Karina Rodrigues        RA: 20460134  

Cap. VIII - As nove mudanças

 Escrito no séc. IV a.C., há cerca de 2.500 anos, por Sun Tzu, um general e estrategista militar chinês. O livro “A arte da guerra” é dividido em treze capítulos, os quais retratam estratégias de guerra a fim de obter a vitória no final de cada batalha. O autor aponta a natureza para explicar como o comandante deve guiar seu exército, além de identificar aspectos físicos e psicológicos como armas poderosas. Discursa sobre as falhas do comando que podem apontar a derrota do exército e ensina a necessidade de buscar informações, pois o conhecimento faz muita diferença na hora da batalha.

Suas máximas são aplicáveis a qualquer campo em que a vitória seja fundamental, seja nas empresas, nos campos de batalhas ou até mesmo ajudando a encontrar respostas aos nossos próprios conflitos e problemas ocasionados por aqueles com quem no confrontamos diariamente.

Pela sua assertividade esse livro tem sido a "bíblia" de muitos líderes atuais, pois define exatamente o que é estratégia e qual a melhor maneira de tornar uma equipe mediana em uma equipe de alta performance.

Abaixo realizamos um resumo sobre o 8° capítulo do livro, com o objetivo de ressaltar os pontos mais importantes e relacioná-los com as equipes de hoje.

O capítulo “NOVE CIRCUNSTÂNCIAS” trata-se das nove mudanças, regras que fazem menção à necessidade do líder de ponderar acerca do que é favorável e desfavorável para seu exército, de forma a solucionar antecipadamente as dificuldades e empregar as tropas da forma mais proveitosa possível.

Das nove mudanças algumas nos chamaram mais atenção por conta da semelhança com o mundo corporativo, como por exemplo:

“Geralmente, o sistema de empregar tropas tem início quando o general é nomeado pelo soberano para mobilizar as pessoas e reunir as tropas.” (Sun Tzu, século IV a.C. 69)

Se fizermos a analogia com uma empresa perceberemos que acontece da mesma forma, a base para uma equipe sempre será o seu líder que deverá estrategicamente mobilizar sua equipe para um objetivo em comum. Tento este uma grande responsabilidade por possuir um papel importantíssimo para o crescimento de uma corporação.

E ao longo do capitulo segue-se com estratégias e táticas de adaptação como, “Não se deve acampar em terras baixas”, “não se demore em terreno desolado”, “em terreno de morte, lute”, “há certas estradas que não se deve seguir” e assim por diante, sendo estas estratégias totalmente usáveis também para o ambiente corporativo no sentido de que devemos conhecer o ambiente e a cultura da empresa no qual estamos trabalhando para que possamos nos adaptar a qualquer tipo de situação, onde o “general sábio deve considerar tanto os fatores favoráveis quanto os desaforáveis” e “ao levar em conta os fatores favoráveis, o hábil general torna seus planos praticáveis; ao levar em conta os desfavoráveis, pode resolver as dificuldades”. Entendemos assim, que o profissional como o líder de uma equipe deve compreender a empresa ao todo para desenvolver as melhores estratégias, visualizando as oportunidades e ameaças existentes.

E claro que além de conhecer o ambiente e cultura organizacional de sua empresa é preciso que o líder tenha um perfil e comportamento diferenciado para exercer tal papel na corporação e garantir a assertividade no objetivo desejado. No oitavo capitulo Sun Tzu destaca algumas características que possam ser perigosas ao comportamento da liderança.

“No caráter de um general, há cinco características perigosas:

a) Se negligente, pode ser morto.

b) Se covarde, pode ser capturado.

c) Se de temperamento impaciente, pode ser feito de tolo.

d) Se tem um delicado senso de Honda, pode ser caluniado.

e) Se tem natureza compassiva, pode ser molestado.

A ruína do exército e a morte do general são resultados inevitáveis dessas cinco deficiências acima citadas, as quais precisam ser profundamente ponderadas.” (Sun Tzu, século IV a.C. 71)

Levando em conta as deficiências citadas que devem ser ponderadas, sabemos que, se o líder de uma empresa não souber exercer sua função de forma correta, este poderá prejudicar o trabalho de seus liderados podendo até desmotiva-los. Quando os liderados são mais preparados que o líder, pode ocorrer a insubordinação. E não é difícil acontecer isso nas empresas da mesma forma que ocorre no campo de batalha.

Em suma, o oitavo capítulo traz um conteúdo enriquecedor quando trata-se do comportamento de um líder acerca de sua equipe, onde o mesmo precisa estar preparado para ser assertivo, conhecer seu ambiente de trabalho, seu mercado de atuação e seus concorrentes para colocar bem suas estratégias e poder se adaptar quando necessário.

Com isto concluímos que, o livro a arte da guerra nos mostra que as estratégias que são usadas em uma guerra podem ser adequadas ao mundo empresarial, levando o administrador a vencer as batalhas do dia a dia, e a principal lição é o conhecimento. Quando passamos a conhecer profundamente o nosso ambiente de trabalho, a cultura organizacional, os concorrentes, os clientes e os funcionários, enfim, obter o máximo de informação possível sobre o negócio, é imprescindível para alcançar o sucesso.

Porém, também é necessário aprender a analisar o próprio negócio, detectando as falhas, as ameaças e mapeando as forças, visando desenvolver um planejamento estratégico a fim de alcançar bons resultados.

Assim, terminamos esta resenha crítica com uma citação da nossa parte preferida da obra, e que certamente levaremos para a nossa vida, como muito de seus conselhos: [...] "Derrotar o inimigo em cem batalhas não é a excelência suprema; a excelência suprema consiste em vencer o inimigo sem ser preciso lutar."

 

KARINE PERES SABINO DIAS- RA: 20476537

RENATA GOMES DO N. BAPTISTA - RA: 20226831
Cap VII - Manobras


No livro podemos identificar que:
 
Sun Izu fala que é fundamental para alcançar o sucesso na guerra passar por dificuldades. Dificuldades essas que devem ser vencidas. Assim que a tropa estiver instalada é preciso analisar o ambiente interno e externo e estar preparado para tudo.É necessário estar perto quando inimigo acredita que você está longe, podendo atacar quando ele menos espera, surpreender o inimigo é fundamental.Não se concentre em ações incerta,onde não se sabe se a vitoria é certa,uma derrota ou um desfecho duvidoso, desmotiva toda a equipe.

    Para entrar em um combate deve-se estar preparado com antecipação e conhecer o ambiente, estando à frente do seu adversário. Faça com que sua tropa se movimente, e tenha a calma quando necessário e agarre quando for preciso, sabendo agir em todas as situações.

     Ataque seu inimigo quando ele estiver cansado sem forças, esperem que eles estejam desanimados e bagunçados. Não se preocupe com inimigo derrotado.Você enfrentara inimigos com força igual a sua por isso é necessário que use das pequenas coisas para obter vantagem.


 Aplicando as estratégias do livro no mundo corporativo:

O livro passou a ser observado pelas empresas devido às estratégias para manter no mercado, uma das grandes dicas, do livro é “É que é melhor ganhar a guerra antes mesmo de desembainhar a espada” no mundo dos negócios isso significaria sempre estar à frente do seu concorrente, ou seja, ter vantagem competitiva através do menor custo e maior lucro, promoções, inovações.

   Antes de aplicar qualquer ação e estratégia é necessário ter todas as informações e objetivos, convicção da recompensa para não se precipitar e ficar atrás da concorrência.

Para obtenção do sucesso também é necessário alguns “ingredientes” conforme abaixo;

·         Todos devem estar no mesmo propósito para alcançar os objetivos.

·         Conhecer a concorrente e manter bom relacionamento

·         Trabalho em equipe

·         Comunicação

·         Liderança

·         Incentivo (motivação)

·         Saber trabalhar com as ferramentas, ou seja, saber qual usa-la e quando usá-la.

·         Pesquisa de mercado

·         Não se precipitar

 

Se algo sair do programado, ou seja, se o concorrente de alguma forma ficar sabendo das suas estratégias ele agira para passar a frente e ganhar vantagem competitiva.

Isso nos mostra que o mundo corporativo vive em guerras constantes.
 
Cristiane Alves RA: 20595876
Jacqueline Câncio RA: 20593863
Lilia Lima RA: 20604915
 Maria Wesla RA: 20589898
Monise Rocha RA: 20542832
Thaina Araujo RA: 20553830
 


Cap. VI – O cheio e o vazio

No início deste capitulo o autor nos faz imaginar o impacto de um exército com a força de uma pedra de moinho. Entende-se que essa analogia de força é possível, e para fazer dela uma realidade é necessário identificar todos os pontos fracos e fortes, tanto do inimigo quanto do próprio exército.

É necessário reconhecer como o inimigo pensa, como irá agir, qual será o resultado de sua ação, qual será a contrapartida de ambos, nos colocarmos no lugar do inimigo e traçar estratégias com base nas ações e reações.

Existe também a possibilidade de não entrarmos em combate, mas isso exige uma estratégia, pois é necessário que o inimigo não nos encontre, por tanto devemos confundir os nossos rastros fazendo uso da divina arte da sutileza e do sigilo, aprendendo a ser invisível, inaudível e assim ganhar tempo para ter o destino do inimigo.

Muitas vezes recuar a determinadas situações nos faz observar com mais precisão as forças e fraquezas concentradas, tanto internas como externas, e com essa observação criamos vantagens competitivas, deixando o inimigo com muito mais trabalho a ser realizado em suas estratégias.

Planeje de forma a descobrir seus planos e a sua probabilidade de sucesso. É necessário antecipar-se contra o inimigo para que não haja apressadamente e tenha tempo suficiente para criar sua estratégia, criando assim uma vantagem competitiva.

Provoque o inimigo e descubra a base de sua atividade ou inatividade.

Force o inimigo a revelar-se, de forma a exibir seus pontos vulneráveis. Compare meticulosamente.

As fraquezas e forças existem em todos os ambientes e estratégias. Vencerá aquele que melhor conseguir identificar e trabalhá-las a seu favor.

BRENDA SOUZA SILVA - RA: 20607831

DIEGO CENTOLANZA - RA: 20588260

KARINE GINO MAIERO - RA: 20585158

RAFAEL ELIAS NOÇAIS - RA: 20580508

THAIS DIAS REZENA - RA: 20586754

 

 
Cap.  V – Propensão

Os métodos citados no livro são bem relacionados a estratégia de pessoas. Em como desenvolvê-las, criar uma equipe competitiva e que não tenha medo de correr riscos.

As organizações precisam capacitar funcionários estratégicos para que exerçam suas funções com mais habilidade e facilidade, para assim, a organização estar competitiva o suficiente para ser a preferência do mercado. 

Também podemos observar os ataques citados, que são os tradicionais (direto e esperado) e o não tradicional(inesperado). E nesses casos, pode-se verificar se as equipes estão preparadas ou não, já que precisarão ser eficientes para enfrentar qualquer desafio.

É visível a preferência de Sun ao sempre enfatizar a força de uma equipe para que se tornem um só, com diversas habilidades e competências.

Um gestor hábil é essencial, pra saber distinguir competências e designar tarefas de acordo com as mesmas, sabendo a capacidade de cada funcionário para exercer seu cargo corretamente.

A organização é a chave de sucesso para uma equipe capacitada, pois assim o gestor tem controle de seus subordinados, e se certificará de que realmente os treinou como era necessário.

Sun Tzu disse:

"Bons guerreiros buscam a eficácia da batalha na força do ímpeto, não em cada pessoa." 

"Comandar muitos é o mesmo que comandar poucos. Tudo é uma questão de organização. Controlar muitos ou poucos é uma mesma e única coisa. É apenas uma questão de formação e sinalizações".

 

Dayse Vilarino

Laís Cardoso

Gabrielle Nascimento

Elizangela Silva

Jaqueline Araujo

Jéssica Andrade

 

 
Cap.  IV – Preparação
 
Introdução
 
Um dos primeiros pontos trata justamente do título da obra. Convencionou-se traduzir “ Bing fa “ como “ Arte da Guerra “. “ Fa “ é uma palavra que denomina, mais apropriadamente, “ Lei “ ou “ Regra “. Ela é dura, fixa e acopla seu sentido à questão da guerra, “ Bing “. A inspiração para traduzir “ FA” como “ Arte” veio dos manuais homônimos ocidentais, como o Arte da Guerra de Clausewitz, com o tempo, a convenção e as modas prevaleceram sobre a razão e o cuidado na tradução, no entanto, o texto de Sunzi é redescoberto de tempos em tempos. Recentemente, ele foi adotado como manual de estratégia por empresários de todo o mundo, na academia, estuda – se a possibilidade de Sunzi ter sido um pensador tão importante na China Antiga quanto foram Confúcio ou Laoz=
 
Resenha
“ A invencibilidade está na defesa; a vulnerabilidade, no ataque “  
Nos tempos antigos, os grandes guerreiros se tornavam invencíveis primeiro, e depois buscavam as falhas de seus inimigos.
Ser invencível significa conhecer a si mesmo, ser vulnerável significa conhecer o outro.
A invencibilidade está na defesa; a vulnerabilidade no ataque. Quem tem poucas forças se defende, quem tem bastante ataca. A defesa é para tempos de escassez, o ataque para tempos de abundância.
Prever a vitória quando qualquer um pode conhecer não constitui a verdadeira habilidade. Muitos elogiam a vitória ganha em batalha, mas esta não é boa. O que todo mundo conhece não se chama sabedoria; a vitória sobre os demais obtido por meio da batalha não se considera uma boa vitória.
O bom guerreiro toma posição onde não pode perder e atenta ao que leva o inimigo à derrota.mOs que são hábeis com armas cultivam o caminho e observam as leis. Assim, podem se impor sobre a corrupção.
As regras da Lei da Guerra são cinco: mensuração das coisas, avaliação, cálculo, comparação e vitória. As mensurações das coisas dão lugar as avaliações; estas, aos cálculos; da comparação dos cálculos, se antevê a possibilidade de vitória.
 
Conclusão
Esse capítulo trata da percepção, onde oportunidades sejam visíveis com rapidez e se possa contornar algo antes que se transforme em algo irreversível e saber lidar e agir no momento oportuno, tendo em vista ética e disciplina entre a ambição.  
 
 
CAMILA MORAES
CAMILA PONTES
GEANE PORTO
NATACHA AIMEE
YAZMINE PEREZ

 
 Capítulo III - Estratégia de Ataque 

No capitulo III, Sun Tzu recomenda aos generais que antes da vitoria há a necessidade de refletir fatores importantes, eles são:
A tropa só deve expandir-se ao senhor que serve se não, arriscara seus soldados para iam derrota.

A segurança do seu país deve ser mantida, mais a cidade inimiga deve poupada de ataque caso não seja para realizar um ataque vitorioso.

Cuide de seus aliados por poderás ser de importância para ajudá-los. Caso um aliado seja atacado deve ser ajudado imediatamente, porém se fores atacar, tenha certeza que seu aliado o acompanhará.

Sun Tzu recomenda que durante a invasão do inimigo, a tropa  deve evitar saquear e destruir casa, plantações e matar gado, pois o povo será abalado contra seu invasor. Ele ressalta que destruir o país do inimigo é um desperdício e mantê-lo intacto é de suma importância.

Ressalta também que a guerra só traz destruição, e a destruição é pior quando ela demora, pois o estado terá que acarretar com a despesas e mais vidas será perdidas. O bom general, evita entrar em guerra, ele procura por outros meios para conquistar o seu inimigo.

"Os grandes generais vencem descobrindo todos os artifícios do inimigo, sabotando lhes os projetos, semeando a discórdia entre seus partidários, mantendo-o sempre acossado, interceptando reforços estrangeiros, e impedindo-o de tomar qualquer decisão mais vantajosa para ele". 

O Autor do livro diz que se deve atacar a estratégia do inimigo e por abaixo, pois sem a estratégia e tática a que virá adiante será apenas a bagunça e o desespero e que nos momentos em que está no meio de um conflito, atacar o inimigo é uma oportunidade. "O general habilidoso não se reduzira a extremos, ele sabe como humilhar os inimigos sem ter que travar batalhas, sem derramamento de sangue  e sem mostrar sua espada e assim consegue tomar a cidade".

Nesse capítulo é apresentado argumentos que contribuíram para sua derrota. 

São eles;
 1. Executar cegamente ordens tomadas na Corte, segundo o arbítrio do príncipe, sem se ater às circunstâncias.
 2. Tornar os oficiais confusos, despachando emissários que ignoram os assuntos militares.
 3. Misturar regras próprias à ordem civil e à ordem militar.
 4. Confundir o rigor necessário ao governo do Estado e a flexibilidade que o comando das tropas requer.
 5. Dividir a responsabilidade.
 6. Disseminar a suspeita, que engendra a desordem: um exército confuso conduz à vitória do inimigo.
 7. Aguardar ordens em todas as circunstâncias. Isso equivale a esperar autorização de um superior para apagar o fogo: antes que a ordem chegue, as cinzas já estarão frias. No entanto, está escrito no código que se deve consultar o inspetor nesse assunto! É como se, ao edificar uma casa na beira de uma estrada, fôssemos pedir conselho aos passantes: o trabalho ainda não estaria terminado. 

Ao finalizar o capitulo, Sun Tzu apresentou cinco circunstâncias necessárias;

1. Saber quando combater e quando bater em retirada.
2. Saber lidar com o pouco e o muito, segundo as circunstâncias.
3. Compor habilmente suas fileiras
4. Preparar-se, prudentemente, para afrontar o inimigo potencial. Não prever, dando como pretexto a inferioridade do adversário, é o maior dos crimes. Estar preparado, independente de qualquer contingência, é a maior das virtudes.
5. Evitar as ingerências do soberano em tudo que executar, para a glória de seus exércitos.  

Enfatizando que essas são os cinco caminhos da vitória.

E para finalizar citou,

"Conhece teu inimigo e conhece-te a ti mesmo; se tiveres cem combates a travar; cem vezes será vitorioso. Se ignoras teu inimigo e conheces a ti mesmo, tuas chances de perder e de ganhar serão idênticas. Se ignoras ao mesmo tempo teu inimigo e a ti mesmo, só contarás teus combates por tuas derrotas". 

 

ALAN RIBEIRO                                         20140497

FERNANDA PERES PIOVESAN              20593837

JOÃO PAULO CORREIA                          20526763

ROBERT SANTOS                                   20597042

 
Cap II -  O combate


Não recebi o material referente a esse capítulo, mas, vocês devem deixar os seus comentários,  baseando-se nos capítulos originais do livro.

grata
Cap I -  Avaliações

Não recebi o material referente a esse capítulo, mas, vocês devem deixar os seus comentários,  baseando-se nos capítulos originais do livro.

grata

domingo, 1 de março de 2015












Pessoal,
este Blog tem o objetivo geral de proporcionar espaço para discutirmos a leitura do livro A arte da Guerra de Sun Tzu (indicado para o projeto Universidade que lê) e tem por objetivo específico compor  a nota da avaliação N1 da disciplina de Estratégias Mercadológicas  da grade do curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da Universidade Anhembi Morumbi.
 
A atividade será conduzida da seguinte forma:
As salas serão divididas em grupos e cada grupo terá a incumbência de fazer a resenha parcial do livro e me enviar por e-mail (sonia.sacramento@anhembimorumbi.br)  do dia 20 a  30 de abril, os arquivos deverão ser salvos no seguinte formato: número do item nome e  da disciplina, exemplo: item1_EME,   essa atividade valerá até 2 pontos na N1-1.

Após postadas todas as resenhas cada aluno de forma INDIVIDUAL, deverá postar  no mínimo um comentário de sua produção,  até o dia 15 de maio, com o seu entendimento sobre cada uma das resenhas (textos copiados e colados não serão considerados para efeito de nota) , essa parte da atividade valerá até 3 pontos de forma individual na nota da avaliação N1-1.
 
Deixe o seu comentário sobre a atividade.
 
abs